É um vazio que consome,
deusa minha, e que arde.
Que tive mãe, minha rainha,
e tive amores.
Rudes.
Tolos.
Frios.
Mortos.
E hoje naufrago aqui
pouco a pouco à ponte em chamas.
Deusa minha, quem me ama?
Quem quer este ser febril?
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Eu sou um estilete sem cabo.
Quer pegar, pega.
Só que não entro nem saio da vida de ninguém sem deixar marcas.
Marcas boas ou ruins.
Mas marcas.
(...)
Lâmina cada dia mais afiada.
Quer segurança?
Vai brincar com cotonete.
Eu não nasci pra isso.
Eu curto pulso, sangue, intensidade.
Bebo anti-socialmente.
(...)
Foda-se mesmo.
Eu sou uma máquina de ferimentos.
Quer beijar?
Vai ser intenso.
Quer brincar?
Só não fala que eu não avisei.
Quer pegar, pega.
Só que não entro nem saio da vida de ninguém sem deixar marcas.
Marcas boas ou ruins.
Mas marcas.
(...)
Lâmina cada dia mais afiada.
Quer segurança?
Vai brincar com cotonete.
Eu não nasci pra isso.
Eu curto pulso, sangue, intensidade.
Bebo anti-socialmente.
(...)
Foda-se mesmo.
Eu sou uma máquina de ferimentos.
Quer beijar?
Vai ser intenso.
Quer brincar?
Só não fala que eu não avisei.
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